Para a realização do festival, contamos com a presença dos coletivos e instituições abaixo:
SAMOSI – Sociedade Amigos dos Moradores de Vila Santa Inês

Com mais 25 anos, servindo a comunidade e a 10 anos dedicando-se exclusivamente ao atendimento do público infanto-juvenil, com oficinas culturais, a SAMOSI é o grande parceiro do projeto, tendo acolhido as oficinas e exposições do Grupo Mundo em Foco a partir de 2007. Desde 2010 vem desenvolvendo junto com o Grupo Mundo em Foco o projeto do Ponto de Cultura.

O Coletivo Fora de Frequência surge, no ano de 2006, como uma banda de Hip Hop. Ao longo do tempo, os membros da banda, percebendo o potencial do mesmo, resolvem ir além das produções musicais e Audiovisuais e começam utilizar os elementos da cultura Hip Hop como ferramenta de educação popular. E assim, passam a desenvolver e executar projetos de oficinas culturais em comunidades, pontos de cultura e organizações da sociedade civil.
O Coletivo é formado por musicos, artistas, educadores(as) populares, DJ, MC’s, produtores culturais, musicais, Audiovisuais, fotógrafos e gestoras, todos(as) residentes no distrito do Jd. Ângela na zona sul de São Paulo. O Coletivo integra a Rede de Educação Cidadã (RECID), uma articulação nacional de diversos atores sociais, entidades e movimentos populares. Dos quais, muitos se alicerçam nos princípios da Educação Popular Freireana replicando o conhecimento adquirido em atividades de formação que organizam nas periferias.
O Coletivo Fora de Frequência atua em regiões onde existe pouco, ou nenhum, interesse do poder público em investir na cultura, propiciando eventos e formação cultural de qualidade a pessoas que dificilmente teriam acesso a isso. Ao mesmo tempo, procura fomentar e fortalecer a cultura, seus produtores e economia local.
Através de seus projetos o Coletivo procura instigar a formação de novos agentes sociais, artistas e produtores culturais locais. Além de apoiar os já existentes no desenvolvimento e produção de seus projetos culturais, artísticos e/ou sociais.

A filosofia da Consigo desde o início é a de atender ao cliente nas suas necessidades e interesses. Em 1994 o foco estava todo voltado para fotografia profissional e o seu poder de negociação transformou a Consigo em uma loja referência entre os fotógrafos pela qualidade dos produtos oferecidos e pelos preços inferiores aos praticados no mercado.
Com a abertura da economia e o incentivo às importações, a Consigo tinha um novo desafio: precisava criar novos diferenciais. Deu-se então o processo de ampliação de seu portifólio de produtos, visando atender também ao público amador. Para isso era preciso ampliar as instalações para acomodar uma infinidade de linhas profissionais e amadoras, nacionais e importadas. De 60 a Consigo saltou para 360m² só de loja, sem considerar as áreas administrativas e de logística. Foi necessário também investir no atendimento qualificado: não bastava ter várias opções de produtos; era necessário saber o que, para quem e como vender.
Hoje a Consigo mantém a mesma tradição como legado de Xavier: clientes satisfeitos significam bons negócios para ambos. Por isso a Consigo inova no atendimento, investe nos lançamentos, mantém preços competitivos, oferece mais de 2000 itens e assim, se diferencia pelo seu conjunto.

Balaio é um cesto, um lugar para se guardar e catar coisas: idéias, pensamentos, metáforas, melodias, acrobacias, poesias, pessoas, grupos, saberes, momentos. Circo é o círculo, a troca, a experiência, a descoberta, o treino da descoberta, laços “familiares”, altura, chão, equilíbrio, ocupação, ação, arquibancada, comunhão espetacular, multip licidade de linguagens, transdisciplinaridade da experiência. Ser doBalaio ou ser “O BALAIO” é trazer como fundamento a possibilidade da mudança, da constante construção de sentido através da experiência estética e transformação da mesma, como se alterasse de ponta-a-cabeça não só a posição do corpo, mas também o olhar para o mundo. O grupo tem por missão assegurar, incentivar e proporcionar a livre expressão por meio da arte, criando mecanismos de difusão, fomento e formação artística que interfira e modifique o meio de maneira positiva.
Instituto Criar de TV, Cinema e Novas Mídias
O Instituto Criar é uma organização da sociedade civil que tem como objetivos preparar jovens para que se insiram, se desenvolvam e se realizem no mundo do trabalho do audiovisual, formando-os também para que sejam capazes de contribuir para a transformação positiva de seu entorno.
Objetivos: Proporcionar aos jovens oportunidades de trabalho em que eles realizem e conquistem sua independência.
Proporcionar aos jovens oportunidades de serem ativos em processos de transformação social.
Proporcionar aos jovens oportunidades de expressar sua visão de mundo e acessar a cultura em sua diversidade.
É um coletivo de sete jovens moradores da Zona Leste da Cidade de São Paulo que realizam e trabalham com intervenções artísticas, utilizando a linguagem do Graffiti como seu principal foco de ação.
Nossa missão é, além de pintar nas ruas, becos, vielas, espaços de shows e etc… é através do Graffiti provocar um contato mais humano e poético nas comunidades por onde passamos e realizamos nossos trabalhos. A nossa pretensão é pintar o que sentimos e fazer sempre um diálogo com as pessoas presentes nas ações. Sem isto em mente acabaríamos fazendo o mais do mesmo.
Muros que Gritam… Alvico, Italo Mo.Fya, Todyone, Vander xCHEx, Vinícius VINY, RenatoUrsine e Carla Soares.
Nossa Senhora Aparecida
Centro para a juventude, assim com o a SAMOSI, trabalha com jovens na Vila Santa Inês / Nossa Senhora Aparecida.
É um coletivo de articuladores, artesões e artistas, da região leste de São Paulo atuamos na comunidade Vila Nossa Senhora Aparecida, em Ermelino Matarazzo, o grupo fundado no início de 2008, visa contribuir com o desenvolvimento sociocultural local, utilizando a arte como meio de reflexão sobre o espaço público urbano, sendo transporte para novas perspectivas de inclusão social para a juventude do bairro e buscando desenvolvimento econômico e sustentável da comunidade artística das periferias.

A Revista Pâncreas é uma publicação que aborda assuntos diversos sobre cultura, artes, política e acontecimentos sociais, voltado para o público jovem, que sejam em sua maioria carentes de informação, formando assim um meio importante de levar conteúdo informativo e artístico. Voltada para o público jovem formador de opinião, a fim de fortalecer a imagem da Revista como referência de Informação e Arte.
A Pâncreas teve seu início em 2010 contando com 3 (três) edições. Neste ano foram distribuídas 7.000 (sete mil) exemplares pela cidade de São Paulo, com planejamento para publicar mais 2 (duas) edições em 2011 com um novo formato e tamanho, distribuídas em escolas, centros culturais, pontos de entretenimento como baladas, eventos de arte/design e por correio.
Todos os integrantes da Revista Pâncreas são ligados profissionalmente [e amadoramente também] a uma ou mais linguagens artísticas, sendo que cada um é responsável por um “setor” da produção da revista. Cada qual seleciona e faz as suas responsabilidades e dá opiniões na dos outros quando nos reunimos nas reuniões de pauta, que sempre acabam em comida e videogames. Os amigos, irmãos, mães, pais, namoradas, filhos (as), são sempre bem vindos e contribuem bastante com a bagunça!
